sábado, 11 de fevereiro de 2012

O FANTASMA DE CANTERVILLE


O Fantasma de Canterville estreia dia 03 de março no Teatro Coletivo em São Paulo. Livremente inspirado no livro de Oscar Wilde o espetáculo é o  primeiro trabalho do Grupo OPS de Teatro. Criado por atores recém-formados pela primeira turma da SP Escola de Teatro, o grupo nasceu da vontade de constituírem um núcleo pulsante de pesquisa e prática teatral. O norte criativo é a relação com a cidade e seus indivíduos e as rápidas mudanças sofridas no comportamento de ambos.

O texto “O Fantasma de Canterville” conta a história de um diplomata americano que chega com sua família à Inglaterra e decide comprar o Castelo de Canterville. É advertido pelo próprio Lorde Canterville, o honesto proprietário do castelo, de que está cometendo uma loucura, uma vez que ali fora visto almas do outro mundo: “É difícil conciliar o sono à noite, por causa dos estranhos ruídos vindos do corredor e da biblioteca”. Porém, o diplomata não acredita em fantasmas e sua mulher acha que a situação garante uma originalidade aos jantares que organiza, os filhos gêmeos passam a se divertir em pregar peças no fantasma residente que deixa de assustar para ser o assustado. Só a filha adolescente compreende a sua imensa tristeza e resolve ajudá-lo a se desprender para a conquista da paz.
O grupo trabalha um terror cômico no universo infantil e aposta no resgate do conteúdo lúdico das histórias de terror, dos fantasmas que tem se perdido em meio a um mundo cada vez mais cético, científico e tecnológico. 

Sinopse: A partir do texto O Fantasma de Canterville, de Oscar Wilde, Uma família se muda para uma localidade mais pacata e afastada da cidade. Nesta nova casa habita um fantasma que já expulsou várias pessoas que ali moraram, através de diversas artimanhas de susto e terror. Com a chegada dessa família a lógica é invertida, quem aterroriza agora são os novos habitantes que pregam peças e subestimam a figura do fantasma.


Autor: Oscar Wilde Adaptação: Jobson Gil Ricciardi Criação coletiva do Grupo OPS de Teatro Elenco: Daniela Oliveira, Lais Uesato, Marcia Gonzaga, Samara Chedid e Thiago DiasSonoplastia: Theo Yepez Iluminação: Ivan Santos Assessoria de Imprensa: Tom Paranhos

O Fantasma de Canterville
Temporada: De 3 a 25 de Março de 2012
Teatro Coletivo Rua da Consolação, 1623 - São Paulo - (11) 3255 - 5922
Sábados e domingos, às 16 horas 
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia)
Infantil; 50 minutos; Classificação Livre.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Coisas para Atuar...

As cores do por do sol me inspira,
O vento na cara, me anima, O pé na areia relaxa,
A sombra de uma árvore qualquer, em dia de calor, ajuda a descansar
Um copo de água revitaliza
A risada com os amigos faz a vida ter sentido
Quebrar a rotina é olhar as mesmas coisas de um jeito bem diferente
Estar ao lado de pessoas queridas é sentir o tempo parar
Contar estrelas é admitir a grandeza do universo
Os raios solares é a demonstração da força da natureza
A chuva vem para limpar o ambiente


Estar no palco é celebrar a VIDA!!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

E tudo mudou...

O rouge virou blush O pó-de-arroz virou pó-compacto O brilho virou gloss O rímel virou máscara incolor A Lycra virou stretch Anabela virou plataforma O corpete virou porta-seios Que virou sutiã Que virou lib Que virou silicone A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento A escova virou chapinha "Problemas de moça" viraram TPM Confete virou MM A crise de nervos virou estresse A chita virou viscose. A purpurina virou gliter A brilhantina virou mousse Os halteres viraram bomba A ergométrica virou spinning A tanga virou fio dental E o fio dental virou anti-séptico bucal Ninguém mais vê... Ping-Pong virou Babaloo O a-la-carte virou self-service A tristeza, depressão O espaguete virou Miojo pronto A paquera virou pegação A gafieira virou dança de salão O que era praça virou shopping A areia virou ringue A caneta virou teclado O long play virou CD A fita de vídeo é DVD O CD já é MP3 É um filho onde éramos seis O álbum de fotos agora é mostrado por email O namoro agora é virtual A cantada virou torpedo E do "não" não se tem medo O break virou street O samba, pagode O carnaval de rua virou Sapucaí O folclore brasileiro, halloween O piano agora é teclado, também O forró de sanfona ficou eletrônico Fortificante não é mais Biotônico Bicicleta virou Bis Polícia e ladrão virou counter strike Folhetins são novelas de TV Fauna e flora a desaparecer Lobato virou Paulo Coelho Caetano virou um chato Chico sumiu da FM e TV Baby se converteu RPM desapareceu Elis ressuscitou em Maria Rita? Gal virou fênix Raul e Renato, Cássia e Cazuza, Lennon e Elvis, Todos anjos Agora só tocam lira... A AIDS virou gripe A bala antes encontrada agora é perdida A violência está coisa maldita! A maconha é calmante O professor é agora o facilitador As lições já não importam mais A guerra superou a paz E a sociedade ficou incapaz... ... De tudo. Inclusive de notar essas diferenças
"Luiz Fernando Veríssimo"

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Que venha 2010!

Eu pisquei e 2009 passou por mim. Todas as horas deste ano dediquei à faculdade (quase fiquei sem tempo para estudar e fazer os trabalhos), ao estágio (sempre me dava um sono danado nas tardes de 2009 rsrsr), ao teatro (a Cia Thakí estreou sua primeira peça: IRRISÃO), aos amigos (baladas, risadas, lágrimas e bagunça) e à família (toda força veio de vocês). Foram várias conquistas, novas amizades, novos aprendizados. Posso dizer que vou me despedir desse ano muito feliz. Acredito que aproveitei muito bem os minutos desse 2009. Vários momentos ficarão pra sempre na memória. Como é bom viver fazendo o que se gosta! Espero que 2010 eu me encha de GRAÇA!!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Era uma vez...Irmãos Grimm

A exposição faz um convite à leitura e incentiva as pessoas a recontarem as histórias dos contos de fadas A torre do castelo é formada de livros. A trança da Rapunzel, que sai de uma janela lá do alto, está jogada em meio às histórias dos Irmãos Grimm. E qualquer um pode abrir um livro e se aventurar em um conto ou história que marcou sua infância ou simplesmente recontar o enredo para as crianças. A biblioteca em forma de montanha é o primeiro elemento que o público da exposição “Quem quiser que conte outra – Irmãos Grimm” vê no Sesc Santana, onde está a instalação.
Basta apenas um passo para entrar no mundo da fantasia. Guarda - chuvas no teto e colunas de balas, doces, bonecas, carrinhos, bolas e pentes formam a floresta, que é o cenário de muitas histórias infantis. As pegadas no chão, quando acompanhadas, levam o público a diversos ambientes dos contos de fada. Quem conseguir olhar a casinha da Chapeuzinho Vermelho pela janela, se surpreende com uma voz que narra toda a história. Mais a frente é permitida a entrada em um pequeno barco para ouvir as aventuras de príncipes e princesas. O cheiro do monte de capim velho chama a todos a ouvirem o enredo do Pequeno Polegar. Um corredor escuro e com música de suspense relembra todas as bruxas e vilões dos contos de fadas. A passagem dá a um outro ambiente cenográfico: a fonte é seca, mas o barulho da água está presente para quem se aproxima do jardim. Algodões amontoados em um canto representam as 12 Fiandeiras. No teto há gaviões e coroas de reis simbolizando Os 12 Irmãos. O sapatinho da Cinderela, que é a Gata Borralheira, está perdido em meio a uma escada, que é rodeada por vestidos de princesas. Ao lado, um espelho convida o público a se olhar e o rosto da mais “bela do mundo” está refletido ali. Ainda no jardim, quem senta nos bancos pode pegar um fone de ouvido e se deixar levar pelas várias histórias dos Irmãos Grimm.
O sonho de ser uma princesa ou um príncipe está no imaginário das crianças e é alimentado pelos contos de fadas. Jacob e Wilhelm Grimm, mais conhecidos como Os Irmãos Grimm são os responsáveis por grande parte dessas narrações. Eles transcreveram muitas histórias, que até o século XIX, eram contadas oralmente. O trabalho dos Irmãos Grimm foi traduzido em vários idiomas e possui inúmeras adaptações. Aí se inicia um marco na literatura infantil, pois Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, Pequeno Polegar, Branca de Neve, entre tantos outros enredos começaram a fazer parte da infância de muitas gerações.
O Sesc Santana há três anos atrás queria fazer um “espaço para a criança”. E pensando no mundo infantil, chegou à conclusão de que os Irmãos Grimm tinham muito em comum com este universo. Por dia são recebidas cerca de três a quatro escolas. Mesmo o público alvo sendo o infanto-juvenil, o monitor da exposição Guilherme Vila Nova Simon afirma que os adultos curtem muito mais os cenários, porque se lembram de suas infâncias. Para ele, “as crianças gostam mais das coisas interativas”. O objetivo da exposição é fugir do óbvio dos contos de fadas. Por esta razão que a produção colocou apenas elementos de cada história dos Irmãos Grimm. A proposta não é apenas mostrar os enredos e os personagens em si, mas fazer com que o visitante reconte sua própria história. É esta a razão do nome da instalação: “Quem quiser que conte outra”. “A exposição é uma desconstrução. Cada criança vai contar sua história. Queremos tirar a concepção que a Disney criou.”, conclui Guilherme.
Para a monitora Jasiana Félix Bento “é bonito ver a curiosidade das crianças. Elas querem conhecer mais o desenrolar das histórias”. Alice Cristina Romano Poras, de 7 anos, conhece todos os contos e diz que se interessa em mexer nos livros. O que mais lhe chama a atenção na exposição são os vidros com os venenos da bruxa “tenho vontade de pegar e abrir os potes”, fala a menina. Sua amiga Giovana Bezerra de Campos, também de 7 anos, gosta mais da torre da Rapunzel e fala com entusiasmo que conhece todas as histórias dos Irmãos Grimm. Já Letícia Nassori, de 9 anos, a primeira coisa que identificou na exposição foi o caixão da Branca de Neve e relata “gosto muito dela”. Mas a personagem que Letícia queria ser é a Gata Borralheira e afirma: “quero saber como é ser empregada doméstica”. O que as três meninas mais mexem é a caixinha de música, que faz parte dos elementos das Três Fiandeiras. “O som é engraçado e bem diferente de uma música normal”, afirma Letícia com a aprovação das amigas.
A monitora da exposição Luma Nayara Rodrigues, diz que as pessoas mais idosas lembram de todas as histórias e se encantam com a cenografia. “Explicamos o enredo e elas relacionam com a infância”. Para Luma, a importância da exposição em fazer as pessoas pensarem mais: “as crianças querem o eletrônico. A imaginação não trabalha. Aqui os pequenos são incentivados a ler e a criar suas próprias histórias, por isso que as princesas não possuem cabeça. Qualquer um pode ser um personagem dos Irmãos Grimm”, afirma Luma. Durante o percurso da exposição, a interação que existe não é apenas entre os elementos cênicos apresentados, mas entre os pais e filhos. “Os adultos acabam contando as histórias para seus filhos”, relata Luma que se surpreendeu com muitas pessoas, que ao terminar de passear pelo mundo da fantasia, pergunta se há venda de livros dos Irmãos Grimm. “Acho que o objetivo da mostra está se concretizando, que é incentivar a leitura”, conclui a monitora.
A exposição “Quem quiser que conte outra- Irmãos Grimm” fica em cartaz até 28 de fevereiro de 2010, no Sesc Santana, em São Paulo e a entrada é gratuita.
Texto feito para a disciplina de Jornalismo Cultural, sob a orientação do professor Wagner Belmonte, na Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

terça-feira, 27 de outubro de 2009

IRRISÃO

“O homem é solitário, apesar de tanta companhia, e nisso reside o grande mistério e o grande espanto da humanidade” EUGÈNE IONESCO (dramaturgo fracês)
ESTREIA: IRRISÃO
(textos de Eugène Ionesco/ Teatro do Absurdo)
Sinopse: Reflexão sobre as relações humanas no cotidiano, enfocando conflitos e desavenças. O homem moderno se fecha para a vida em sociedade e se importa apenas com os próprios interesses.
Elenco: Adelmo Avelino, Audrey, Karla Angnes e Samara Chedid
Direção: Lucas de Lucca
Duração 60 min.Teatro: Escola Macunaíma –Teatro 4
Sábados, 21h, R$ 20,00 / Domingos, 20h, R$ 20,00